Presidente da Câmara de Machico repudia posição do PS
O Presidente da Câmara Municipal de Machico, António Luís Gouveia Olim, acentuou em comunicado que o Partido Socialista “tenta enganar novamente os Munícipes de Machico, ao fazer aproveitamento político infundado”. Diz que aquele partido “acusa a Câmara Municipal de Machico de não querer debater o processo de penhora em curso, quando, curiosamente, foram os próprios que abandonaram a assembleia municipal, no dia 10 de Fevereiro, na altura de discutir esse ponto, constante da ordem de trabalhos, deixando a reunião sem quórum. Por aqui se vê quem não esteve disponível e fugiu ao debate”.
Refere ainda que “ao contrário das acusações feitas pelo PS, o presidente do município esteve sempre disponível para esclarecer todas as dúvidas sobre o processo. Tanto mais que após este ato injustificado, que demonstra a irresponsabilidade política do partido socialista, foi agendada uma nova reunião extraordinária que se realizou uma semana depois, com custos acrescidos para o município, já que tem de pagar novamente senhas de presença aos vogais”.
Recorda que, nesta reunião, destinada apenas a discutir o assunto da penhora, o presidente da Câmara Municipal de Machico “prestou todos os esclarecimentos sobre o tema, onde informou inclusivamente que a penhora tinha sido suspensa pelo tribunal, após recurso apresentado pela Câmara”. Após os esclarecimentos, o cabeça de lista do PS Machico, afirmou: «se está resolvido parabéns. Se este assunto está em vias de se resolver tudo bem». O que comprova que a oposição foi informada e devidamente esclarecida.
Mais sublinha que o Partido Socialista, “por falta de argumentos, procurou ainda desestabilizar a reunião, não respeitando o Regimento da Assembleia”.
Face ao exposto, “repudia-se as afirmações infundadas do partido socialista que teve diversas oportunidades de debater o assunto em questão.
É de referir ainda que nos mandatos do PS, o Município foi alvo de diversos processos de penhoras.
Esta é a verdade dos factos, por muito que doa a quem não quer aceitá-los”.